Boletim MEXC nº 8: Aqui vamos nós outra vez

Abrindo um novo capítulo
À medida que o ano começa, as folhas de pagamento não-agrícolas dos EUA voltam ao centro das atenções. Os ETFs registraram fortes entradas antes da divulgação dos dados, mas logo inverteram o movimento, aprofundando os resgates e encerrando a sequência positiva que havia marcado os primeiros dias de 2026. Enquanto isso, o BTC começa a se comportar menos como um ativo puramente de risco e mais como um hedge de liquidez, negociando com um nível de independência maior em relação às ações. A dúvida agora é se o relatório vai realmente mover o mercado ou se veremos mais um clássico “sell the news”.

Novo e relevante
Com o início de 2026, as novas listagens seguem o ritmo do momento:
• Meme, recarregado
Os memes estão de volta, puxados pela comunidade da BNB Chain e uma nova leva de narrativas culturais. A influência de CZ continua acendendo ideias, mas é o jogo de palavras da comunidade e suas referências internas que fazem o motor girar. Cultura rápida, liquidez ainda mais rápida. Assim se reinicia um ciclo de memes.
• Bitcoin, mas mais expressivo
O Bitcoin continua sendo dinheiro. Agora busca amplitude. Estão surgindo protocolos que combinam a segurança da camada-base do BTC com a programabilidade estilo EVM em outras camadas. O Bitcoin entra em ambientes expressivos, participando de uma economia mais ampla sem deixar de ser Bitcoin.

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Destaque semanal de eventos
• Zero é zero: Taxa 0 em pares selecionados de Spot e Futuros em toda a plataforma. Sem rebates, sem pegadinhas, sem letras miúdas. Tudo o que você ganha é seu.
• Mestres da IA: Copy trade com um modelo de IA ou faça o contrário e negocie contra ele. Mercados ao vivo, picos reais e a pergunta que todo trader já fez: será que uma máquina negocia melhor do que você?

Veja os últimos eventos


O Segundo ato
Se 2024 foi o ano em que o mercado provou que conseguia sobreviver, 2026 será o ano de provar que consegue escalar. A infraestrutura amadureceu, as instituições deixaram de apenas observar e os casos de uso estão começando a se parecer menos com teoria e mais com realidade. Eis o que pode nos esperar:

Da ideologia para a infraestrutura.
O próximo ciclo cripto parece menos um manifesto e mais um encanamento financeiro. Tokenização acelera, RWAs ganham tração e ETFs já dominam o acesso institucional. As instituições podem relutar em segurar tokens voláteis, mas estão cada vez mais confortáveis em utilizar blockchains como trilhos. A filosofia não sumiu só deixou de ser o principal fator.

Stablecoins como backend.
Stablecoins começaram como um “jeitinho” para mover dólares entre exchanges, mas agora viraram infraestrutura de liquidação. Gestão de caixa on-chain, emissões regulamentadas, pagamentos programáveis. É o novo encanamento do sistema financeiro digital. O usuário final verá uma parte. O resto funcionará em silêncio como bons canos de água.

Nenhuma chain vence sozinha.
Ethereum vs. Solana vs. a próxima chain? 2026 parece ignorar esse debate. O padrão agora é multichain porque o usuário raramente se importa com qual chain está e as camadas de infraestrutura estão resolvendo isso. Carteiras agregam. DEXs agregadores roteiam. A liquidez se reconcentra na camada de UX. Chains viram backends.

IA, mas ainda cedo demais.
A IA segue sendo a narrativa mais alta, mas a utilidade real ainda está longe. A maioria dos tokens de IA precifica potencial, não receita. O trabalho sério está em agentes autônomos, computação descentralizada e mercados de dados infraestrutura para o futuro, não necessariamente para 2026.

DePIN tenta cruzar o abismo.
Cripto é brilhante em uma coisa: usar tokens para iniciar oferta. DePIN provou que é possível construir redes físicas em velocidade recorde. O desafio real? Demanda. Transformar infraestrutura criada por incentivos em serviços que as pessoas realmente queiram pagar.

Cripto para o consumidor segue especulativa, por enquanto
Vamos ser honestos: a especulação ainda é a principal porta de entrada. Prediction markets, tokens sociais, jogos com loops de dopamina. A interface parece a de qualquer app comum. O backend é cripto. A maioria dos usuários provavelmente não sabe e definitivamente não se importa. É nesse espaço, onde a infraestrutura cripto fica escondida atrás de uma UX familiar, que a adoção real pelo consumidor tende a acontecer. Não é a versão que alguém imaginou em 2017, mas é onde estamos agora.

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À medida que o ano começa, as folhas de pagamento não-agrícolas dos EUA voltam ao centro das atenções. Os ETFs registraram fortes entradas antes da divulgação dos dados, mas logo inverteram o movimento, aprofundando os resgates e encerrando a sequência positiva que havia marcado os primeiros dias de 2026. Enquanto isso, o BTC começa a se comportar menos como um ativo puramente de risco e mais como um hedge de liquidez, negociando com um nível de independência maior em relação às ações. A dúvida agora é se o relatório vai realmente mover o mercado ou se veremos mais um clássico “sell the news”.

Novo e relevante
Com o início de 2026, as novas listagens seguem o ritmo do momento:
• Meme, recarregado
Os memes estão de volta, puxados pela comunidade da BNB Chain e uma nova leva de narrativas culturais. A influência de CZ continua acendendo ideias, mas é o jogo de palavras da comunidade e suas referências internas que fazem o motor girar. Cultura rápida, liquidez ainda mais rápida. Assim se reinicia um ciclo de memes.
• Bitcoin, mas mais expressivo
O Bitcoin continua sendo dinheiro. Agora busca amplitude. Estão surgindo protocolos que combinam a segurança da camada-base do BTC com a programabilidade estilo EVM em outras camadas. O Bitcoin entra em ambientes expressivos, participando de uma economia mais ampla sem deixar de ser Bitcoin.

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Da ideologia para a infraestrutura.
O próximo ciclo cripto parece menos um manifesto e mais um encanamento financeiro. Tokenização acelera, RWAs ganham tração e ETFs já dominam o acesso institucional. As instituições podem relutar em segurar tokens voláteis, mas estão cada vez mais confortáveis em utilizar blockchains como trilhos. A filosofia não sumiu só deixou de ser o principal fator.

Stablecoins como backend.
Stablecoins começaram como um “jeitinho” para mover dólares entre exchanges, mas agora viraram infraestrutura de liquidação. Gestão de caixa on-chain, emissões regulamentadas, pagamentos programáveis. É o novo encanamento do sistema financeiro digital. O usuário final verá uma parte. O resto funcionará em silêncio como bons canos de água.

Nenhuma chain vence sozinha.
Ethereum vs. Solana vs. a próxima chain? 2026 parece ignorar esse debate. O padrão agora é multichain porque o usuário raramente se importa com qual chain está e as camadas de infraestrutura estão resolvendo isso. Carteiras agregam. DEXs agregadores roteiam. A liquidez se reconcentra na camada de UX. Chains viram backends.

IA, mas ainda cedo demais.
A IA segue sendo a narrativa mais alta, mas a utilidade real ainda está longe. A maioria dos tokens de IA precifica potencial, não receita. O trabalho sério está em agentes autônomos, computação descentralizada e mercados de dados infraestrutura para o futuro, não necessariamente para 2026.

DePIN tenta cruzar o abismo.
Cripto é brilhante em uma coisa: usar tokens para iniciar oferta. DePIN provou que é possível construir redes físicas em velocidade recorde. O desafio real? Demanda. Transformar infraestrutura criada por incentivos em serviços que as pessoas realmente queiram pagar.

Cripto para o consumidor segue especulativa, por enquanto
Vamos ser honestos: a especulação ainda é a principal porta de entrada. Prediction markets, tokens sociais, jogos com loops de dopamina. A interface parece a de qualquer app comum. O backend é cripto. A maioria dos usuários provavelmente não sabe e definitivamente não se importa. É nesse espaço, onde a infraestrutura cripto fica escondida atrás de uma UX familiar, que a adoção real pelo consumidor tende a acontecer. Não é a versão que alguém imaginou em 2017, mas é onde estamos agora.

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