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FIIs caem com IFIX após tensão no Oriente Médio; Suno resiste

2026/03/04 22:35
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FIIs caem com IFIX após tensão no Oriente Médio; Suno resiste

Os FIIs tiveram um dia de forte pressão nesta terça-feira (3), quando o IFIX encerrou em 3.883,13 pontos, queda de 0,59% (22,93 pontos) frente ao fechamento anterior. O movimento refletiu a maior aversão ao risco global após a escalada das tensões no Oriente Médio, com o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, elevando temores sobre oferta de energia.

Apesar do ambiente negativo, os fundos da Suno Asset mostraram resiliência, com recuos menores que o índice. O SNCI11 caiu 0,06% e foi negociado a 0,90 vez o valor patrimonial. O SNEL11 recuou 0,12%, com P/VP de 1,05, enquanto o SNFF11 cedeu 0,42%, a 0,84 vez o valor patrimonial. Esses desempenhos atenuados indicam seleção de portfólio mais defensiva.

O pregão abriu com o IFIX em 3.906,06 pontos, oscilando entre a máxima de 3.908,49 e a mínima de 3.881,39, e fechando abaixo da abertura — confirmação do viés de baixa intradiário. A queda, porém, foi bem mais branda que a do Ibovespa, que desabou 3,28% para 183.104,87 pontos, no pior tombo desde dezembro.

Entre os destaques positivos, o ITRI11 avançou 3,70%, encerrando a R$ 87,67 após alta de R$ 3,13. O BRCO11 subiu 3,45%, fechando a R$ 122,28 com valorização de R$ 4,08. No campo negativo, o CCME11 recuou 3,24% para R$ 8,97, enquanto o BROF11 caiu 3,16% para R$ 61,01, refletindo maior sensibilidade setorial à aversão ao risco.

Os FIIs da Suno tiveram ainda um contraponto relevante: o SNME11 destoou do mercado, valorizando 1,27% e encerrando próximo ao valor patrimonial, com P/VP de 1,00. O comportamento reforça a percepção de fundos imobiliários como porto seguro em momentos de estresse, sobretudo quando compostos por ativos com fluxos mais previsíveis.

Nos meses anteriores, o IFIX acumulava trajetória positiva, com seis altas consecutivas e máximas históricas no início de 2026. Em janeiro, atingiu a região dos 3.862 pontos e manteve sustentação acima de 3.800 pontos até a pressão desta sessão. Ainda assim, os FIIs seguem ancorados por fundamentos de renda recorrente, o que pode amortecer choques de curto prazo.

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