Marisa Maiô em campanha da Magalu — Foto: Divulgação
Ao acessar aplicativos como Instagram, TikTok, YouTube ou até mesmo o WhatsApp e o LinkedIn, é praticamente impossível não cruzar com um vídeo vertical, no formato “short”. E, nos últimos meses, com a ascensão dos modelos de inteligência artificial generativa, tem sido ainda mais difícil não ser impactado por vídeos feitos por IA.
Para Leonardo Moura, pesquisador e autor do livro “Vídeos Curtos - Como o novo consumo transforma o audiovisual e a publicidade” (Summus, 2025), a tecnologia já é capaz de impactar seres humanos de uma maneira real. “Vivemos a chamada economia da atenção. E essa atenção você só conquista por meio do afeto, algo que a inteligência artificial já é capaz de gerar”, afirma.
Leonardo Moura, pesquisador e autor do livro “Vídeos Curtos - Como o novo consumo transforma o audiovisual e a publicidade” — Foto: Editora Globo
Como exemplo de engajamento, Moura relembra dois casos: a campanha da Volkswagen que usou a tecnologia de deepfake para recriar a imagem da cantora Elis Regina ao lado da filha Maria Rita, e a da Marisa Maiô, apresentadora criada por programas de IA generativa que ganhou uma edição especial de programa de auditório da Lu, avatar da Magalu.
Confira abaixo a entrevista completa com Leonardo Moura.


