Em um ano marcado por incertezas fiscais, eleições no horizonte e dúvidas sobre o ritmo de queda da taxa de juros, investidores entram em 2026 em busca de empresas capazes de atravessar cenários mais turbulentos sem comprometer resultados.
Em entrevista ao Janela de Mercado, programa do NeoFeed que dá voz aos principais analistas e estrategistas de ações, Gustavo Harada, sócio responsável pela área de alocação da Blackbird recomenda uma carteira que equilibre riscos entre setores.
Ainda que a Bolsa venha se beneficiando com a volta do fluxo de capital estrangeiro, ele aponta que, em momentos de maior incerteza, as blue chips tendem a ganhar espaço nas carteiras. São companhias consolidadas, com grande valor de mercado, liquidez elevada e capacidade consistente de geração de caixa — características que ajudam a reduzir volatilidade e dar mais previsibilidade aos investimentos.
Dentro desse universo, Harada destaca cinco nomes que, na visão da BlackBird, têm potencial de se destacar em 2026. Assista ao vídeo para conhecer a seleção do especialista, que busca equilibrar exposição entre setores mais sensíveis ao ciclo econômico e empresas com perfil mais defensivo.


