Simulação detalhada de córtex do rato, neurônio por neurônio B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov Com a ajuda de um supercomputador japonês, cientistas criaram o mapa mais detalhado já feito do cérebro. A representação inclui aproximadamente 10 milhões de neurônios, 26 bilhões de sinapses e 86 regiões cerebrais interconectadas. Chamado de Fugaku, o computador japonês é capaz de executar quatrilhões de cálculos por segundo. As informações são do DailyMail. Os pesquisadores usarão essa cópia digital para responder perguntas sobre o que ocorre com o cérebro durante doenças, como as ondas cerebrais moldam o foco mental e como convulsões se propagam no cérebro. Até agora, essas questões só podiam ser investigadas usando tecido cerebral real. Anton Arkhipov, pesquisador do Instituto Allen em Seattle que participou do projeto, classificou o mapa como um "marco istórico". Segundo ele, “com esse tipo de poder computacional, construir um modelo cerebral completo e biofisicamente preciso deixou de ser ficção científica .Os cientistas ultrapassarm uma fronteira. Agora, compreender o cérebro significa, literalmente, ser capaz de construí-lo”. A simulação realizada no supercomputador Fugaku mostra a evolução da dinâmica biológica do córtex do rato B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov A imagem criada é uma cópia virtual do córtex de um rato, a camada mais externa e crucial do cérebro. As cores representam diferentes áreas corticais responsáveis por funções como processamento visual, movimento corporal e tomada de decisões. Cada região é composta por grandes concentrações de neurônios, ou células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos que possibilitam a comunicação em todo o cérebro e no corpo. Os ramos brancos que se estendem por todas as regiões representam neurônios ativos, que disparam impulsos e transmitem mensagens. Neles, sinais elétricos percorrem toda a extensão de um neurônio, desde seu corpo central arredondado até o axônio, um prolongamento especializado onde ocorre a conexão com outro neurônio. O mapa mostra células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov Segundo os cientistas, o sinal elétrico desencadeia um sinal químico: neurotransmissores fluem de uma célula para outra, servindo como meio de transmissão e iniciando uma nova corrente elétrica na célula seguinte. “A modelagem é incrivelmente importante porque o cérebro é complexo demais para confiarmos apenas na intuição sobre como as células deveriam se comportar”, afirmou Tim Jarsky, diretor associado de eletrofisiologia do Instituto Allen. Os especialistas explicam que, a longo prazo, o objetivo é simular todo o cérebro do rato, não apenas o córtex. E, futuramente, desenvolver modelos do cérebro humano. Apesar disso, o atual modelo já é considerado confiável para estudos sobre o desenvolvimento cerebral humano devido a semelhanças estruturais entre as duas espécies. *Com supervisão de Marisa Adán Gil Mais Lidas Simulação detalhada de córtex do rato, neurônio por neurônio B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov Com a ajuda de um supercomputador japonês, cientistas criaram o mapa mais detalhado já feito do cérebro. A representação inclui aproximadamente 10 milhões de neurônios, 26 bilhões de sinapses e 86 regiões cerebrais interconectadas. Chamado de Fugaku, o computador japonês é capaz de executar quatrilhões de cálculos por segundo. As informações são do DailyMail. Os pesquisadores usarão essa cópia digital para responder perguntas sobre o que ocorre com o cérebro durante doenças, como as ondas cerebrais moldam o foco mental e como convulsões se propagam no cérebro. Até agora, essas questões só podiam ser investigadas usando tecido cerebral real. Anton Arkhipov, pesquisador do Instituto Allen em Seattle que participou do projeto, classificou o mapa como um "marco istórico". Segundo ele, “com esse tipo de poder computacional, construir um modelo cerebral completo e biofisicamente preciso deixou de ser ficção científica .Os cientistas ultrapassarm uma fronteira. Agora, compreender o cérebro significa, literalmente, ser capaz de construí-lo”. A simulação realizada no supercomputador Fugaku mostra a evolução da dinâmica biológica do córtex do rato B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov A imagem criada é uma cópia virtual do córtex de um rato, a camada mais externa e crucial do cérebro. As cores representam diferentes áreas corticais responsáveis por funções como processamento visual, movimento corporal e tomada de decisões. Cada região é composta por grandes concentrações de neurônios, ou células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos que possibilitam a comunicação em todo o cérebro e no corpo. Os ramos brancos que se estendem por todas as regiões representam neurônios ativos, que disparam impulsos e transmitem mensagens. Neles, sinais elétricos percorrem toda a extensão de um neurônio, desde seu corpo central arredondado até o axônio, um prolongamento especializado onde ocorre a conexão com outro neurônio. O mapa mostra células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov Segundo os cientistas, o sinal elétrico desencadeia um sinal químico: neurotransmissores fluem de uma célula para outra, servindo como meio de transmissão e iniciando uma nova corrente elétrica na célula seguinte. “A modelagem é incrivelmente importante porque o cérebro é complexo demais para confiarmos apenas na intuição sobre como as células deveriam se comportar”, afirmou Tim Jarsky, diretor associado de eletrofisiologia do Instituto Allen. Os especialistas explicam que, a longo prazo, o objetivo é simular todo o cérebro do rato, não apenas o córtex. E, futuramente, desenvolver modelos do cérebro humano. Apesar disso, o atual modelo já é considerado confiável para estudos sobre o desenvolvimento cerebral humano devido a semelhanças estruturais entre as duas espécies. *Com supervisão de Marisa Adán Gil Mais Lidas

Supercomputador japonês cria mapa mais detalhado já feito do cérebro, com 10 milhões de neurônios em 86 regiões

2025/11/18 05:37
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Simulação detalhada de córtex do rato, neurônio por neurônio — Foto: B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov Simulação detalhada de córtex do rato, neurônio por neurônio — Foto: B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov

Com a ajuda de um supercomputador japonês, cientistas criaram o mapa mais detalhado já feito do cérebro. A representação inclui aproximadamente 10 milhões de neurônios, 26 bilhões de sinapses e 86 regiões cerebrais interconectadas. Chamado de Fugaku, o computador japonês é capaz de executar quatrilhões de cálculos por segundo. As informações são do DailyMail.

Os pesquisadores usarão essa cópia digital para responder perguntas sobre o que ocorre com o cérebro durante doenças, como as ondas cerebrais moldam o foco mental e como convulsões se propagam no cérebro. Até agora, essas questões só podiam ser investigadas usando tecido cerebral real.

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Anton Arkhipov, pesquisador do Instituto Allen em Seattle que participou do projeto, classificou o mapa como um "marco istórico". Segundo ele, “com esse tipo de poder computacional, construir um modelo cerebral completo e biofisicamente preciso deixou de ser ficção científica .Os cientistas ultrapassarm uma fronteira. Agora, compreender o cérebro significa, literalmente, ser capaz de construí-lo”.

A simulação realizada no supercomputador Fugaku mostra a evolução da dinâmica biológica do córtex do rato — Foto: B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov A simulação realizada no supercomputador Fugaku mostra a evolução da dinâmica biológica do córtex do rato — Foto: B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov

A imagem criada é uma cópia virtual do córtex de um rato, a camada mais externa e crucial do cérebro. As cores representam diferentes áreas corticais responsáveis por funções como processamento visual, movimento corporal e tomada de decisões.

Cada região é composta por grandes concentrações de neurônios, ou células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos que possibilitam a comunicação em todo o cérebro e no corpo.

Os ramos brancos que se estendem por todas as regiões representam neurônios ativos, que disparam impulsos e transmitem mensagens. Neles, sinais elétricos percorrem toda a extensão de um neurônio, desde seu corpo central arredondado até o axônio, um prolongamento especializado onde ocorre a conexão com outro neurônio.

O mapa mostra células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos — Foto: B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov O mapa mostra células nervosas, responsáveis por transmitir sinais elétricos e químicos — Foto: B Isralewitz/K Akira Tamura/K DalL Green/B Herrera/TYamazak/A Arkhipov

Segundo os cientistas, o sinal elétrico desencadeia um sinal químico: neurotransmissores fluem de uma célula para outra, servindo como meio de transmissão e iniciando uma nova corrente elétrica na célula seguinte. “A modelagem é incrivelmente importante porque o cérebro é complexo demais para confiarmos apenas na intuição sobre como as células deveriam se comportar”, afirmou Tim Jarsky, diretor associado de eletrofisiologia do Instituto Allen.

Os especialistas explicam que, a longo prazo, o objetivo é simular todo o cérebro do rato, não apenas o córtex. E, futuramente, desenvolver modelos do cérebro humano. Apesar disso, o atual modelo já é considerado confiável para estudos sobre o desenvolvimento cerebral humano devido a semelhanças estruturais entre as duas espécies.

*Com supervisão de Marisa Adán Gil

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