Pesquisa eleitoral da AtlasIntel testou 5 cenários de 1º turno e 8 cenários de 2º turno das eleições presidenciais de 2026. Em todos eles, o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lidera as intenções de voto. Se o quadro eleitoral se consolidasse sem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula venceria a disputa no 1º turno.
O petista também já seria reeleito sem 2º turno caso a corrida presidencial não tivesse nem Flávio, nem Tarcísio, nem a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e contasse com os nomes de: Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo), Ratinho Jr. (PSD), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (Democracia Cristã) e Eduardo Leite (PSD). Eis a íntegra da pesquisa (PDF – 4 MB).
Tanto Flávio quanto Michelle levariam a eleição presidencial para o 2º turno. O filho de Bolsonaro, no entanto, tem vantagem sobre a mulher do ex-presidente. No cenário com Flávio, Lula teria 49% contra 35% de Flávio, enquanto com Michelle, Lula teria 48% e Michelle, 31%. Também esse seria o cenário caso tanto Flávio quanto Tarcísio concorressem. Lula somaria 48%; Flávio, 28% e Tarcísio, 11%.
A pesquisa AtlasIntel mostra que o nome de Flávio começa a se consolidar como o candidato do campo da direita. O levantamento da Quaest já tinha dado sinais semelhantes de que o senador, cuja pré-candidatura foi recebida com ceticismo em um 1º momento, vai firmando sua posição.
Já em relação ao 2º turno, Lula venceria qualquer um de seus concorrentes nos 8 cenários. Nesse caso, Jair Bolsonaro (PL), Flávio, Michelle e Tarcísio apareceriam tecnicamente com a mesma intenção de voto: o ex-presidente, que está inelegível, com 46% e os outros 3 concorrentes com 45% cada. Lula apresenta 49% das intenções de voto contra qualquer um dos 4.
À exceção de Jair Bolsonaro, Lula é o líder em rejeição. O presidente aparece ligeiramente acima de Flávio nesse quesito, mesmo levando em conta a margem de erro de 1 ponto percentual.
A pesquisa entrevistou 5.418 eleitores brasileiros recrutados digitalmente dos dias 15 a 20 de janeiro. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02804/2026. Teve custo de R$ 75.000,00, pago com recursos próprios.
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