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Os planos da Netflix no Brasil, segundo o co-CEO global

2026/01/27 18:28

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A escalada do alpinista americano Alex Honnold (do documentário vencedor do Oscar Free Solo) no icônico edifício Taipei 101, em Taiwan, de 508 metros de altura, sem o uso de cordas, redes ou qualquer equipamento de segurança, ganhou as redes sociais globais no sábado (24). E foi transmitida ao vivo pela Netflix.

“As transmissões ao vivo representavam uma capacidade nova para nós, portanto tivemos basicamente que desenvolver o produto e a tecnologia”, contou Greg Peters, co-CEO da Netflix, à Bloomberg Línea na tarde desta segunda-feira (26) em passagem pelo Brasil para inaugurar o novo escritório em São Paulo.

Estão previstas neste ano novas transmissões, como o World Baseball Classic, no Japão, além de eventos na Europa. O co-CEO revelou que o Brasil será um dos países que contará com o modelo de conteúdo.

“O ponto não é se [vai acontecer no Brasil], é quando. É apenas uma questão de estruturar essa capacidade”, disse.

A empresa líder global em streaming, segundo Peters, também pretende avançar em outros formatos e disputar o que chama de conteúdo profissional - mesmo quando produzido por criadores que surgiram em outras plataformas.

“Queremos, primeiro, competir por esses contadores de histórias, mesmo quando eles surgiram no YouTube ou no TikTok, e não apenas na escola de cinema ou na televisão, por assim dizer”, explicou o executivo.

⇒ Leia a reportagem: Netflix mira eventos ao vivo no Brasil e vai crescer em videocasts, diz co-CEO global

Greg Peters, co-CEO da Netflix, no novo escritório da empresa em São Paulo (Foto: Marcos Serra Lima/Netflix)

No radar dos mercados

Ações globais se aproximam de novas máximas históricas, em avanço liderado pelas empresas de tecnologia à medida que a temporada de balanços trimestrais entra em sua fase mais movimentada.

- Anta compra fatia da Puma. A bilionária família francesa Pinault concordou em vender sua participação de 29% na Puma para a Anta Sports, da China, por 1,5 bilhão de euros. O acordo coloca o grupo chinês na liderança da marca esportiva.

- Livre comércio entre UE e Índia. A União Europeia e a Índia concluíram um acordo de livre comércio após quase duas décadas de negociações. O tratado deverá dobrar as exportações de bens da UE para a Índia até 2032, diante da eliminação ou da redução de tarifas de 96,6% sobre produtos do bloco.

- Comércio de petróleo Brasil-Índia. A Indian Oil, maior refinadora da Índia, comprará pelo menos 24 milhões de barris de petróleo bruto brasileiro neste ano e no próximo, um aumento de 33% em relação ao ano anterior, à medida que o país diversifica suprimentos, disse um executivo da estatal à Bloomberg News.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta terça-feira (27)
🔘 As bolsas na segunda-feira (26/01): Dow Jones Industrials (+0,64%), S&P 500 (+0,50%), Nasdaq Composite (+0,43%), Stoxx 600 (+0,20%), Ibovespa (-0,08%)

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🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Brasil perde 1.200 milionários em 2025. E fuga de ricos continua na América Latina

Com foco no presencial, Nubank investirá R$ 2,5 bi em cinco anos em escritórios

Mansueto: próximo governo precisa de plano fiscal crível ou pode estressar o mercado

• Também é importante: ‘De repente IPO’: Jennifer Garner quer repetir sucesso das telas em oferta em NY | Como turismo e indústria se tornaram chave para diversificar a economia saudita

• Opinião Bloomberg: A Europa teve muitas eras. Agora, continente entra na era da humilhação

• Para não ficar de fora: Da SpaceX à OpenAI: ETFs temáticos moldam nova fase de IPOs globais em 2026

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Equipe Breakfast: Marcelo Sakate (Editor-chefe, Brasil), Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)
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