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BRCR11 reverte prejuízo e distribui R$ 0,41 por cota em janeiro

2026/03/05 20:25
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BRCR11 reverte prejuízo e distribui R$ 0,41 por cota em janeiro

O BRCR11 encerrou janeiro de 2026 com lucro de R$ 9,794 milhões, revertendo a perda de R$ 12,674 milhões do mês anterior e sinalizando retomada no resultado recorrente. O desempenho operacional somou R$ 11,029 milhões, sustentado por maior ocupação e renegociações bem-sucedidas em praças estratégicas. Com base nessa geração de caixa, a gestão distribuiu R$ 10,922 milhões, equivalente a R$ 0,41 por cota, preservando a previsibilidade dos rendimentos.

A administração do fundo imobiliário BRCR11 destacou avanços relevantes nas tratativas de locação em São Paulo, reforçando a capacidade de absorção de espaços de qualidade. O movimento foi favorecido por inquilinos já estabelecidos nos empreendimentos, que ampliaram áreas e alongaram prazos, reduzindo riscos de vacância futura.

No complexo EZ Towers, foi firmado contrato para meio pavimento (986,71 m²), elevando a ocupação do edifício para cerca de 84%. O acordo, fechado com ocupante atual, incluiu extensão do vínculo até 2036, o que fortalece o perfil de vencimentos e estabiliza o fluxo de caixa do ativo ao longo da próxima década. Termos financeiros não foram detalhados, mas refletem demanda resiliente por lajes de alto padrão.

No mesmo município, o edifício Diamond teve renovação contratual por mais 60 meses, com valores próximos de R$ 140/m². A extensão preserva a receita do ativo e evita custos de vacância e retrofit, mantendo a liquidez das áreas e o equilíbrio do portfólio.

Movimentações no Rio de Janeiro indicam tração comercial no Torre Almirante. Uma nova locação de cerca de 2.500 m² (dois pavimentos) está com minuta em análise final, com previsão de assinatura e início de vigência em março. Além disso, a área devolvida em fevereiro já atrai duas companhias em fase avançada de negociação, com carência reduzida e termos competitivos, evidenciando melhora no apetite por espaços centrais.

No imóvel MV9, no Centro do Rio, o órgão público que ocupa 100% do prédio renovou por mais 60 meses. Houve devolução de pequena área, mas o reajuste de aluguel superou o impacto, elevando a receita total do ativo. A vacância financeira do portfólio do BRCR11 fechou janeiro em 11,8%, enquanto a vacância física atingiu 13,1% da ABL, níveis compatíveis com o ciclo de recomposição de ocupação.

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