FBI prendeu John Daghita na ilha de Saint Martin após investigação internacional. Suspeito teria roubado US$ 46 milhões em criptomoedas apreendidas pelo ServiçoFBI prendeu John Daghita na ilha de Saint Martin após investigação internacional. Suspeito teria roubado US$ 46 milhões em criptomoedas apreendidas pelo Serviço

FBI prende suspeito de roubar US$ 46 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo dos EUA

2026/03/06 08:00
Leu 3 min
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  • FBI prendeu John Daghita na ilha de Saint Martin após investigação internacional.
  • Suspeito teria roubado US$ 46 milhões em criptomoedas apreendidas pelo Serviço de Delegados dos EUA.
  • O caso veio à tona após ele exibir milhões em uma carteira cripto durante discussão no Telegram.

O FBI prendeu John Daghita na ilha de Saint Martin, acusado de desviar mais de US$ 46 milhões em criptomoedas apreendidas pelo governo dos Estados Unidos.

Além disso, as autoridades afirmam que o caso envolve acesso privilegiado a sistemas que gerenciam ativos digitais confiscados pelo U.S. Marshals Service (USMS).

Suspeito teria usado acesso indireto para roubar fortuna em criptomoedas

As autoridades afirmam que John Daghita é filho de Dean Daghita, presidente da empresa Command Services & Support (CMDSS).

A companhia recebeu, em outubro de 2024, um contrato federal para ajudar a gerenciar criptomoedas apreendidas pelo USMS.

Segundo investigadores, o suspeito aproveitou esse ambiente de acesso privilegiado para desviar fundos digitais. Assim, o valor total do suposto roubo ultrapassa US$ 46 milhões.

Entretanto, o esquema começou a desmoronar no início de 2026. Durante uma discussão no Telegram, Daghita compartilhou a tela de uma carteira Exodus que mostrava milhões em criptomoedas.

Esse gesto chamou atenção. Por isso, investigadores iniciaram uma análise detalhada das transações na blockchain.

Além disso, a rastreabilidade das operações revelou conexões diretas com ativos confiscados pelo governo. Aproximadamente US$ 25 milhões rastreados na carteira estavam ligados a fundos apreendidos após o famoso hack da Bitfinex em 2016.

Dessa forma, o rastreamento on-chain permitiu identificar os fluxos de dinheiro e vincular as movimentações ao suspeito.

Prisão no Caribe envolveu cooperação internacional

A captura ocorreu em Saint Martin, no Caribe, com apoio de autoridades americanas e forças francesas. Além disso, participaram da operação a Unidade de Crimes Graves da Gendarmerie Nacional Francesa e o Grupo de Intervenção da Gendarmerie Nacional de Guadalupe.

O diretor do FBI, Kash Patel, confirmou a prisão nas redes sociais. Segundo ele, a operação marcou o fim de uma longa caçada internacional.

Em publicação na plataforma X, Patel afirmou:

Após o caso vir à tona, a empresa CMDSS removeu seu site e redes sociais. Paralelamente, o USMS iniciou uma investigação interna em conjunto com o FBI.

Além disso, o episódio levantou preocupações sobre segurança na custódia de criptomoedas governamentais. No entanto, a transparência da blockchain também ajudou investigadores a rastrear transações e reconstruir o fluxo dos fundos desviados.

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